quarta-feira, 21 de outubro de 2020

O MEU VOTO

 

Em 1974, pelas mãos de Pedro Martins e José-Maria Martins (Bitxa), livre e conscientemente, entrei pelas fileiras do PAICV, hoje PAIGC. A história desse Partido, o contributo dos Combatentes da Liberdade da Pátria, as lições e o legado de Amílcar Cabral convenceram-me que fiz a escolha certa.

Participei ativamente nas cerimónias da Independência, primeiro, e na no projeto de reconstrução do País, depois. Fui militante de base, de secção, de Setor. Cheguei mesmo a ser membro da Comissão Política do PAICV.  Fui eleito deputado na sexta e sétima legislatura, pelo ciclo eleitoral de Santa Catarina. Exerci o papel de Deputado da CEDEAO, de 2003-2004, altura em que fui chamado a exercer as funções de Ministro da Cultura.

A minha história, em grande medida se confunde com a do PAICV, no pós-independência. Sou testemunho do imenso trabalho realizado no consulado do Governo de PAICV. Embora nem tudo tenha sido feito e da melhor maneira, o balanço é altamente positivo. A abertura política de Fevereiro de 1990 e as primeiras eleições livres e democráticas de 13 de Janeiro de 1991 trouxeram mais-valia e empoderaram a democracia, e m Cabo Verde.

E porque sou caboverdiano, amigo do meu povo, democrata consciente e engajado, envio um abraço de morabéza a todas as candidaturas. Desde já saúdo quem sair vitorioso nessas eleições.

Hoje e sempre respeito e respeitarei  o espectro político caboverdiano (a Situação e as Oposições), mas o meu campo político privilegiado é, decididamente, o do PAICV. É por isso que apoio todas as candidaturas tambarinas no País e, na Praia, oonde resido desde 1962, VOTO A LISTA DO CANDIDATO Francisco Carvalho.




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